Diacono Sergio Christino

Sou Diacono da Casa do Senhor, um verdadeiro Adorador,Professor EBD, e coloquei este blog no ar com único e exclusivo objetivo de divulgar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo aos milhares de internautas que navegam dia e noite pela internet a procura de soluções para seus problemas.

O cuidado com as ovelhas

Postado por sergiochristino em lições biblicas

Jeremias, esperança em tempos de crise

Jeremias, esperança em tempos de crise

“Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (Jo 10.11).

Se não cuidarmos das ovelhas de Cristo, de acordo com o que nos prescreve o Sumo Pastor, como haveremos de comparecer perante Ele?

Pastor: Em termos eclesiásticos, é o supervisor do rebanho. Sua principal função é administrar a Igreja de Cristo.

Pastor de ovelhas! Assim Davi comparou Deus no trato com o seu povo. De tal maneira ficou a imagem cristalizada na alma hebréia, que todos os seus guias passaram a ser vistos como pastores. O rei não era somente rei; era um pastor; sua obrigação: conduzir os israelitas ao regaço divino. Diz-se o mesmo do sacerdote e do profeta. Interceder é pastorear; e profetizar tem muito a ver com os ofícios de pastor conforme mostra-nos Jeremias e Ezequiel.

Infelizmente, foram os líderes de Israel esquecendo-se de suas responsabilidades. Estando já a nação fortalecida e desfrutando já de riquezas e abastanças, começaram os membros da família real e da casa sacerdotal a se portarem como meros soberanos e pontífices, menosprezando as necessidades do povo. Por isso, levanta o Senhor o profeta Jeremias, a fim de protestar contra o descaso com que os pastores de Israel e Judá tratavam suas ovelhas. Por haverem desprezado o redil que Deus lhes confiara, os hebreus estavam para ser desalojados de sua herança.

Que o Cristo de Deus nos ajude a cuidar de suas ovelhas. E que nenhuma se perca; cada pedacinho delas é precioso aos olhos do Senhor (Am 3.12).

O QUE É UM PASTOR

Nas Escrituras do Novo Testamento, o pastor é visto como o administrador do rebanho de Cristo (1 Pe 5.1-8). Sua função é conduzir os santos ao Senhor Jesus, dispensando a estes os meios da graça.

Obrigações do pastor. A principal obrigação do pastor é apascentar e guardar cada uma das ovelhas que lhe confiou o Sumo Pastor. O ofício pastoral inclui duas coisas básicas: a oração intercessória e a ministração da Palavra de Deus (At 6.4).

Deve o pastor, por conseguinte, agir em relação às ovelhas tanto como sacerdote quanto como profeta. É sacerdote quando as apresenta a Deus em oração; e quando lhes fala a Palavra de Deus é profeta. Que os pastores jamais nos esqueçamos deste conselho de Bernard Ramm: “A tarefa fundamental de um pastor, na pregação, não é ser brilhante ou profundo, mas é ministrar a verdade de Deus”.

O pastor deve apascentar e guardar cada uma das ovelhas que lhe confiou o Sumo Pastor.

OS PASTORES DE ISRAEL

No Antigo Testamento, pastores eram considerados os reis, os profetas e os sacerdotes. Assim também podemos considerar os patriarcas que, à semelhança de Abraão, tinham como missão guiar seus filhos na disciplina, a fim de que andassem como povo de Deus (Gn 18.19).

Os reis. O primeiro rei messiânico de Israel foi tirado de entre as ovelhas a fim de pastorear o seu povo (1 Sm 16.11). Segue-se, pois, que o monarca israelita, para ser bem-sucedido, haveria de ter uma alma de pastor. Na literatura profética, eram os reis vistos por Deus como os pastores de seu povo (Ez 34.5). Até um rei gentio foi designado por Deus para atuar como pastor dos filhos de Israel (Is 44.28).

Os sacerdotes. Também estes eram considerados pastores de Israel, principalmente os da casa de Arão, o sumo sacerdote de Deus (Is 61.6). A eles também os profetas dirigiram pesados reptos, pois, naquela crise, ao invés de pastorearem o rebanho de Deus, puseram-se a apascentar a si próprios (Jr 2.8). (Leia Ezequiel 34).

Os profetas. Não resta dúvida de que os verdadeiros profetas de Deus sempre atuaram como legítimos pastores de Israel. Aliás, o profeta Amós foi vocacionado estando entre os pastores (Am 1.1).

Infelizmente, os ímpios reis hebreus, sabendo da grande influência dos profetas sobre o povo, resolveram criar uma classe do funcionalismo estatal, cuja função era justamente mentir. E, mentindo, combatiam eles os legítimos mensageiros de Deus. Haja vista o que acontecia em Jerusalém no tempo de Jeremias (Jr. 2.8; 5.13; 26.8). E foram estes falsos profetas que, juntamente com seus patrões, levaram Judá à ruína.

Que isto jamais aconteça conosco! Fomos chamados para pastorear o rebanho, e a este devemos anunciar todo o conselho de Deus (At 20.27). Ai de nós se fugirmos à nossa responsabilidade! Como haveremos de comparecer ante o tribunal de Cristo?

Os reis, sacerdotes e profetas eram negligentes e não apascentavam o povo de Deus.

ISRAEL FOI DESTRUÍDO POR LHE FALTAR VERDADEIROS PASTORES

Os pastores de Israel, ao invés de lhe anunciarem a Palavra de Deus, e conduzi-lo de conformidade com os preceitos divinos, desviaram-no com suas mentiras e falsidades.

Vinha o profeta de Deus e exortava o povo a emendar seus caminhos; caso contrário, haveria o Senhor de destruir Jerusalém, e levar o povo em cativeiro. Os reis, porém, acionavam os falsos profetas que lhes anunciava uma paz que não existia:“E curam a ferida da filha de meu povo levianamente, dizendo: Paz, paz; quando não há paz” (Jr 8.11).

Lamentavelmente muitos púlpitos estão assim nos dias de hoje. Ao invés de se pregar a urgência de um avivamento e a necessidade de se ter uma vida santa diante de Deus, os falsos mestres e profetas apregoam uma paz que não é paz, uma prosperidade que nunca foi prosperidade. E o resultado não poderia ser mais desastroso para o povo de Deus.

À semelhança daqueles pastores de Israel, os mercenários estão a afugentar as ovelhas de Cristo e a dispersar o rebanho que nos confiou o Senhor Jesus. Como será triste ouvir do Sumo Pastor este repto: “Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes; eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o SENHOR!” (Jr 23.2).

Como pastores de Cristo, temos de conduzir o rebanho de acordo com as Sagradas Escrituras. É chegado o momento de conscientizarmos o povo de Deus a buscar um poderoso avivamento para que não fiquemos envergonhados quando do arrebatamento da Igreja. Levemos também a Igreja a uma vida de santificação e de pureza, e que não saiamos por aí a apregoar uma paz que não é paz, e uma prosperidade que não passa de miséria.

Os pastores de Cristo devem conduzir o rebanho de acordo com as Sagradas Escrituras, levando a Igreja a uma vida de santificação e de pureza.

OS DEVERES DAS OVELHAS

Se os pastores têm deveres para com as ovelhas, as ovelhas de igual modo têm deveres e compromissos para com os seus pastores. Doutra forma, como os pastores poderiam conduzir o rebanho de Cristo? Vejamos o que devem fazer as ovelhas em relação aos seus pastores.

Honrar os pastores. “Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver” (Hb 13.7).

Obediência. “Obedecei aos vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil” (13.17).

Contribuição à Obra de Deus. “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança” (Ml 3.10).

As ovelhas têm deveres e compromissos para com os seus pastores.

É chegado o momento de imitarmos o Sumo Pastor. No capítulo dez do Evangelho de João, fala o Senhor Jesus de seu ofício como o pastor enviado por Deus para tanger as ovelhas perdidas da Casa de Israel e as que se achavam em outros apriscos, para que haja um só rebanho — a Igreja.

Busquemos as almas perdidas. Reconduzamos ao aprisco as ovelhas desgarradas. Cuidemos das fracas e débeis. Afinal, um dia compareceremos diante do Sumo Pastor para prestar contas do rebanho que nos confiou Ele. Quanto às ovelhas, que honrem os seus pastores, devotando-lhes perfeito amor.

“O pastor no contexto bíblico”

“Devemos voltar à Bíblia para redescobrirmos o que significa ser pastor. Escrevendo aos pastores do primeiro século, o apóstolo Pedro disse: ‘Pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas antes, tornando-vos modelo do rebanho’ (1 Pe 5.2,3).

Vejamos de uma forma analítica o uso de algumas destas expressões que julgo como principais:

•  Pastorear (Poimaino) — segundo o Dicionário de Teologia do Novo Testamento, poimaino significa: apascentar, cuidar do rebanho, tomar conta das ovelhas. Prover pastos para alimentação; nutrir; cuidar do corpo de alguém, servir o corpo; suprir o necessário para as necessidades da alma.

•  Não por constrangimento (Anankastos) — que não deve ser pela força ou constrangimento, de forma obrigatória.

•  Espontaneamente (Hekousios) — significa: voluntariamente, de boa vontade, de acordo consigo mesmo. Pecar de propósito como oposto a pecados cometidos involuntariamente, e por ignorância ou fraqueza.

•  Não como dominadores (Katakurieuo) —tem a ideia de: colocar sob o seu domínio, sujeitar-se, subjugar, dominar. Manter em sujeição, domínio sobre, exercer senhorio sobre.

•  Modelo (Typos) — modelo aqui é um tipo a ser imitado. Marca de uma pancada ou golpe, impressão”.

(GONÇALVES, J. As ovelhas também gemem. 1.ed. RJ: CPAD, 2006, pp.42-3.)

Chorando aos pés do Senhor

Postado por sergiochristino em lições biblicas

“Senti as vossas misérias, e lamentai, e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo, em tristeza” (Tg 4.9).

Quebrantemo-nos diante de Deus. Somente assim haveremos de viver um grande e singular avivamento. Ele quer e vai operar maravilhas no meio de seu povo. Mas é preciso chorar aos pés do Senhor.

Lamentar: Nesta lição significa apelar, pleitear, interceder diante de Deus em favor do pecador.

“Dá-me a Escócia, senão morrerei”. Eis o lamento de John Knox ao ver seu país despencando no inferno. Ele bem sabia que, se Deus não interviesse na história da Escócia, já não lhe restaria qualquer esperança. Mas, devido ao seu clamor, lembrou-se o Todo-Poderoso dos escoceses, enviando-lhes um grande avivamento, cujos frutos ainda são abundantes.

O que faremos nós diante da gravíssima situação em que vive nosso país? À semelhança de Jeremias e John Knox, pranteemos e choremos enquanto é tempo. É hora de chorar! Nenhuma lágrima poderá ser poupada. Intercedamos junto a Deus por nosso país e por nossa cidade. Deus quer avivar ainda mais a Igreja, para que avivemos a nossa nação.

O LAMENTO DE JEREMIAS

Durante todo o seu ministério, outra coisa não fez Jeremias senão lamentar a sorte do rebelde e rebelado povo de Judá. Esta gente, que vivia de insolências e deboches, nenhum crédito concedia às palavras do profeta. Assim, vemos que o sofrimento de Jeremias chega ao clímax. Ele anseia pela solidão; deseja a morte.

O profeta das lágrimas. Vejamos por que Jeremias faz jus ao epíteto que para sempre o marcaria. Ante o lastimável estado moral e espiritual de seu povo, desmancha-se em lamentos: “Prouvera a Deus a minha cabeça se tornasse em águas, e os meus olhos, em uma fonte de lágrimas! Então, choraria de dia e de noite os mortos da filha do meu povo” (Jr 9.1). O teólogo espanhol Maximiliano Garcia Cordero sugere que este lamento é apenas um reflexo do que Deus estava sentindo por seu povo. Se o profeta assim sofria, quanto mais o amoroso, justo e santo Deus! Temos sofrido por nossa família, igreja e nação? Ou já não nos importamos com os que vão morrendo sem ter esperança de ver Deus?

O profeta da solidão. Almeja o profeta retirar-se a um lugar deserto e ermo. Nesse retiro, não mais haveria de contemplar o deplorável estado moral e espiritual de seus contemporâneos: “Prouvera a Deus eu tivesse no deserto uma estalagem de caminhantes!” (Jr 9.2). O Senhor, porém, queria estivesse o profeta Jeremias em meio à sua gente, a fim de que todos soubessem que Ele jamais se ausentara da vida de seu povo.

De quando em quando não nos sentimos assim? Desejamos isolar-nos do mundo. Mas o Espírito Santo constrange-nos a mantermo-nos em nossa posição de atalaia. Foi por isso que o Senhor Jesus rogou ao Pai: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (Jo 17.15).

A seguir, os lamentos de alguns homens de Deus diante da ruína iminente de sua geração.

O LAMENTO DE SAMUEL

Arrolado entre os grandes intercessores do povo de Deus (Jr 15.1), o profeta Samuel viveu o seu momento mais difícil quando os hebreus, imitando os gentios, puseram-se a reivindicar um soberano secular (1 Sm 8.6). Como poderia Israel cometer tão grande ingratidão? Não era Deus o seu Rei? Por que não esperar pelo rei messiânico conforme prometera o Senhor ao moribundo patriarca Jacó? (Gn 49.10).

Se grande foi o lamento de Samuel, maior foi o de Deus: “Ouve a voz do povo em tudo quanto te disser, pois não te tem rejeitado a ti; antes, a mim me tem rejeitado, para eu não reinar sobre ele” (1 Sm 8.7).

Não estará Deus lamentando também por nós? Como estamos diante do Senhor Jesus? Ele ainda é o nosso Rei? Ou já o trocamos por coisas de nenhum valor? Ainda lhe aceitamos a soberania? Ou já coroamos o mundo como nosso amo e senhor?

O LAMENTO DE OSÉIAS

Oséias é considerado o Jeremias do Reino do Norte. À semelhança do profeta das lágrimas, muito sofreu por causa das apostasias das dez tribos. Foi através dele que o Senhor lançou um dos mais inexprimíveis lamentos das Sagradas Escrituras: “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento” (Os 4.6).

Infelizmente, repete-se a triste e lamentável história. Quantos homens, mulheres e jovens não estão a apostatar da fé justamente por faltar-lhes o ensino da Palavra de Deus?

Eventos outros multiplicam-se nos púlpitos. Tais recursos, porém, jamais nos saciarão a fome e a sede pela Palavra. Nada substitui a explanação das Sagradas Escrituras. O que dizer das músicas? Muitas destas, tidas como evangélicas, comprovadamente não são para adorar o Criador, mas para enaltecer a criatura. Sim, até mesmo nas músicas temos de ser biblicamente corretos. A Igreja carece de mensagens legitimamente bíblicas, de doutrinas fundamentadas nas Sagradas Escrituras e de sermões que tenham como tema central o Senhor Jesus Cristo. Voltemos à mensagem pentecostal apregoada pelos pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren: Jesus Cristo salva, batiza no Espírito Santo, cura os enfermos e, em breve, há de vir buscar os santos.

Se não houver conhecimento de Deus, pereceremos como o Israel do Antigo Testamento. Senhor, alimenta-nos com a tua Palavra! Se queremos, de fato, um avivamento singular, conscientizemo-nos de que este somente virá através da Palavra de Deus.

O LAMENTO DE PAULO

Dos lamentos enunciados por Paulo, este é um dos mais eloquentes: “Ó insensatos gálatas! quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi já representado como crucificado?” (Gl 3.1). Mais adiante, abre o apóstolo o seu coração: “Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós” (Gl 4.19).

Como os gálatas, que haviam recebido o Evangelho de forma tão amorosa e sacrificial, deixaram-se seduzir por um evangelho que não era evangelho? O episódio, infelizmente, vem se reprisando. Igrejas são induzidas ao erro por modismos e doutrinas de demônios, como se tais asneiras fossem a última revelação de Deus. Muitos obreiros se deixam enganar por mercadorias que, apesar do brilho, não nos fazem mais ricos diante de Deus. Enquanto isso, vão os mercenários alargando as portas do inferno diante das ovelhas de Cristo.

O lamento de Paulo é ouvido nas orações dos pastores e obreiros que lutam por manter a sã doutrina e os bons costumes. Não haveremos de nos conformar com as novidades que, em essência, é a repetição da velha mentira do Éden. Atentemos a esta advertência de Paulo: “Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos e se apartem da simplicidade que há em Cristo” (2 Co 11.3).

É hora de clamar e chorar diante de Deus. É hora de derramar copiosas lágrimas aos pés de Cristo Jesus, rogando-lhe por um avivamento que nos remeta ao cenáculo. Se chorarmos por um avivamento, seremos consolados por uma poderosa visitação do Espírito Santo. Sim, é hora de chorar aos pés do Cordeiro de Deus. Nenhuma lágrima pode ser poupada.

Fonte: Lições Bíblicas, CPAD, 2 º Trimestre 2010, Estudantes da Bíblia

Os perigos do desvio espiritual

Postado por sergiochristino em lições biblicas

“Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas” (Jr 2.13).

Não podemos compactuar com a apostasia. Ela tem de ser erradicada de entre o povo de Deus, para que não venhamos a perecer em nossos pecados.

Apostasia: Do gr. apostásis, afastamento, abandono premeditado e consciente da fé cristã.

Não obstante as reprimendas e protestos de Jeremias, os judeus continuavam a viver como se Deus não existisse. Escarneciam eles do Senhor, alegando que Ele não faz bem, nem mal. Do rei ao mais humilde dos súditos, achavam-se todos indiferentes ao Eterno e à sua Palavra. Em consequência de sua apostasia, seriam eles exilados de sua terra e passariam a viver insuportáveis provações. A advertência do profeta era não somente clara, mas explícita. Os judeus, porém, teimavam em seus pecados.

Será que não estamos incorrendo no mesmo erro?

Estamos nós vivendo como se Deus não existisse? Não terá chegado o momento de buscarmos um avivamento real e abrangente? Um avivamento que nos constranja a voltar à manjedoura, ao Calvário e ao cenáculo?

O QUE É A APOSTASIA

Definição. O termo apostasia é proveniente do vocábulo grego apostásis, que significa afastamento. É o abandono consciente e premeditado da fé que nos foi revelada por intermédio de Nosso Senhor Jesus Cristo (1 Tm 4.1). É o desvio que conduz à morte espiritual.

A apostasia de Israel. Constituiu-se esta, de um lado, no abandono do Único e Verdadeiro Deus, conforme revelado na Lei e nos Escritos Sagrados; e, do outro, no apego aos ídolos e aos costumes dos povos vizinhos.

Israel abandonou o Único e Verdadeiro Deus, para seguir os ídolos e os costumes dos povos ímpios vizinhos.

UM BRADO CONTRA A APOSTASIA

Deus convocou Jeremias a fim de que bradasse contra a rebeldia da casa de Judá. Era a sua missão exortar o rei à obediência; conclamar os sacerdotes à santificação; desestimular os falsos profetas e alertar o povo quanto à desgraça que se avizinhava de suas fronteiras. A ordem do Senhor era mais do que explícita: “Vai e clama aos ouvidos de Jerusalém, dizendo: Assim diz o Senhor” (Jr 2.1,2). O profeta Jeremias haveria de:

Falar em nome do Senhor. Falaria ele em nome do Único e Verdadeiro Deus. Todo o Israel deveria reconhecer que Jeremias era, de fato, um autêntico profeta de Deus e não um mero crítico social. Como temos pregado a Palavra de Deus? Em nosso nome? Ou no nome de Cristo Jesus? À semelhança de Paulo, estejamos preparados a fim de expor com ousadia e integridade todo o conselho de Deus (At 20.7). Somente assim, teremos condições de erradicar a apostasia que ameaça a pureza da Igreja.

Ser autêntico e não politicamente correto. Este é o mal que atinge muitos pregadores: a síndrome do politicamente correto. Sacrificam a genuinidade do Evangelho no altar de interesses efêmeros e abomináveis. Jeremias, porém, fora chamado para ser autêntico. Tendo como único compromisso a proclamação da Palavra de Deus, ousou exortar o rei, os nobres e o povo.

Assumamos nossa posição como homens de Deus. Preguemos corajosamente a sua Palavra, ainda que isto venha a custar-nos a própria vida.

Anunciar ao povo a tragédia que os rondava. Do rei ao mais insignificante dos súditos, achavam todos que, apesar de seus muitos e grosseiros pecados, jamais seriam castigados pelo Senhor. Não eram israelitas? Não lhes pertenciam os pactos? Não estava o Santo Templo em sua terra? Por que seriam eles castigados por Deus? Jeremias, contudo, adverte-os: tal impunidade era ilusória. Se não se arrependessem, muito sofreriam sob o látego babilônico.

Temos falado a verdade à nossa geração? Ou a vimos iludindo com falácias e ilusões? Se não lhe falarmos de conformidade com a Palavra de Deus jamais veremos a alva (Is 8.20).

Jeremias tinha como missão exortar o povo à obediência e alertá-los quanto à desgraça que se avizinhava de suas fronteiras: os exércitos babilônios.

EM QUE CONSISTIA A APOSTASIA DE ISRAEL

Os filhos de Judá rebelaram-se contra o Senhor, esqueceram-se de todas as suas benignidades e voltaram-se para os ídolos. Na linguagem profética, equivalia isso a um divórcio entre a virgem filha de Sião e Jeová. Vejamos, pois, em que consistia a apostasia dos israelitas.

O afastamento de Jeová. De posse da Terra das Promissões, foram os filhos de Israel afastando-se de Deus e apegando-se aos ídolos das nações vizinhas. Diante da apostasia de seu povo, pergunta-lhes o Senhor: “Que injustiça acharam vossos pais em mim, para se afastarem de mim, indo após a vaidade e tornando-se levianos?” (Jr 2.5).

Que indagação pesarosa! Se Israel lhe era a possessão peculiar, e se do Senhor recebera tantas bênçãos, por que se desviou de seu Redentor? E, você, querido irmão? Por que deixou os caminhos do Senhor indo atrás de coisas vãs? Que mal fez-lhe Ele? Volte agora mesmo ao primeiro amor.

O esquecimento de Jeová. Os filhos de Israel não mais perguntavam por Jeová. Era como se o Todo-Poderoso, que os tirara com mão forte do Egito, não mais lhes representasse coisa alguma. Eles imaginavam que poderiam viver sem o seu Redentor (Jr 2.8). Será que o mesmo não acontece conosco? É hora de nos lembrarmos do primeiro amor! Se o crente não mais se importa com Deus, como poderá subsistir neste mundo de lutas e provações?

O desprezo pelas coisas divinas. Estas palavras não parecem ter sido escritas para a cristandade de nossos dias: “Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, posto não serem deuses? Todavia, o meu povo trocou a sua glória pelo que é de nenhum proveito?” (Jr 2.11).

Se os filhos de Israel trocaram a glória de Deus pelos ídolos vãos, quantos de nós não estamos a trocar a simplicidade do Evangelho por teologias e modismos abomináveis que só trazem confusão e miséria espiritual. Urge voltarmos às origens do avivamento autenticamente pentecostal.

Fonte: Lições Bíblicas, CPAD, 2 trimestre de 2010. Jeremias, esperança em tempos de crise

O poder da intercessão

Postado por sergiochristino em lições biblicas

Lições B�blicas 2010

Lições Bíblicas 2010

“E, quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes, vos ensinarei o caminho bom e direito” (1 Sm 12.23).

Orar é preciso; interceder é a obrigação de todo o povo de Deus.
Intercessão: Do lat. intercessionem. Súplica em favor de outrem. Sofrer com os que sofrem, chorar com os que choram.

Jeremias foi um dos maiores intercessores da História da Salvação. Apesar da contumácia de Jerusalém, jamais esquecia os judeus em suas orações. Não se limitava a repreendê-los; ilitamitava-se na intercessão. É chegado, pois, o momento de nos desfazermos em contínuos e amorosos rogos, para que o Senhor apiede-se de nossa nação e reavive a sua Igreja.

A intercessão não é um ministério específico; é um dever de todos os crentes. Aliás, uma das mais graves iniquidades que um servo de Deus pode cometer é abandonar a oração intercessória.

Estamos intercedendo pelas almas perdidas? Suplicamos em favor da Igreja de Cristo? Oramos pelas autoridades? Ou já não damos importância à oração sacerdotal. Sem intercessão nenhum avivamento é possível.

O QUE É A INTERCESSÃO

Toda a intercessão é oração, mas nem toda a oração constitui-se em intercessão. Apesar da obviedade deste pensamento, encerra este um grande postulado teológico: o amor incondicional a Deus e ao próximo. Como seria maravilhoso se, em nossos devocionais, esquecêssemos de nós e de nossos problemas, e nos puséssemos a interceder pela Igreja, pelos que ainda não são Igreja e pelos que a Igreja hão de alcançar. Ajamos assim, e teremos mais resposta dos céus e menos orações frustradas.

Definição. A intercessão é a oração que fazemos a Deus em favor de outrem. Constitui-se numa das maiores demonstrações de amor, e faz parte das obrigações do verdadeiro cristão. A oração intercessória é conhecida também como oração sacerdotal, pois, neste ato, estamos representando, diante de Deus, as petições em prol de uma terceira pessoa. Assim agiu Abraão ao rogar pelas cidades de Sodoma e Gomorra (Gn 18.23-33).

2. A eficácia da oração intercessória. Não há oração tão eficaz quanto a intercessória. Haja vista a prece que Nosso Senhor endereçou ao Pai no jardim da agonia (Jo 17). Através da oração intercessória, estamos a demonstrar amor e altruísmo; provamos que o bem-estar do semelhante está acima do nosso. Moisés, por exemplo, chegou a abdicar de sua bem-aventurança eterna ao interceder pelos filhos de Israel: “Agora, pois, perdoa o seu pecado; se não, risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito” (Êx 32.32). Esta sua intercessão foi tão forte, que levou Deus a poupar os rebelados israelitas. Paulo fez o mesmo concernente a Israel (Rm 9.3).

A seguir, veremos Jeremias, outro grande intercessor do Antigo Testamento, a lutar em oração pelos filhos de Judá.

A Intercessão é uma das maiores demonstrações de amor. Ela deve fazer parte da vida do verdadeiro cristão.

JEREMIAS INTERCEDE POR JUDÁ

Não sabemos exatamente quando se deu a calamidade que o profeta descreve de forma tão bela e irretocável. O que sabemos é que, naquele instante tão grave, havia alguém disposto a interceder por sua nação.

Se a estiagem parecia devorar o Reino de Judá, as lágrimas de Jeremias, qual orvalho do Hermom, lá estavam para regar o coração do Deus, cujas misericórdias duram para sempre.

A intercessão. Mesmo sabendo que os filhos de Judá achavam-se afastados de Deus e mergulhados numa apostasia crônica, Jeremias intercede por eles: “Oh! Esperança de Israel, Redentor seu no tempo da angústia! Por que serias como um estrangeiro na terra e como o viandante que se retira a passar a noite?” (Jr 14.8).

Tem você intercedido pelos maus? Ou limita-se a orar somente pelos bons? Tem implorado por seus desafetos? Nossa obrigação é interceder por todos, porque Jesus incessantemente intercede por nós.

Deus rejeita a intercessão de Jeremias. Se Deus ouviu a intercessão de Moisés, rejeitará a de Jeremias. Declara o Senhor explicitamente ao profeta: “Não rogues por este povo para bem. Quando jejuarem, não ouvirei o seu clamor e quando oferecerem holocaustos e ofertas de manjares, não me agradarei deles; antes, eu os consumirei pela espada, e pela fome, e pela peste” (Jr 14.11,12; cf. 7.16; 11.14).

Estava o Senhor de tal forma irado, que haveria de ignorar até mesmo as petições de Samuel e de Moisés, caso os dois maiores intercessores da Antiga Aliança pudessem voltar à vida, para rogar em favor daqueles rebeldes (Jr 15.1,2).

3. A persistência da intercessão de Jeremias. Diante da recusa divina, o que faz Jeremias? Abandona seus compatriotas? Sente-se tranquilo por haver cumprido suas obrigações como atalaia de Deus? Seu ministério intercessório parecia destinado ao fracasso. Mas quando lemos os derradeiros capítulos de sua profecia, constatamos que, apesar daquele quadro tão desolador, achava-se o Senhor inclinado a socorrer o seu povo e a restaurar-lhe a sorte em tempo oportuno.

Continue a interceder por seus familiares, amigos e pelas almas que caminham para a perdição. No devido tempo, responderá o Senhor às suas petições.

Jeremias não ficou indiferente à sorte de seu povo. Ele intercedeu dia e noite em favor da nação.

POR QUE DEVEMOS INTERCEDER

Vejamos por que temos de exercer o ministério da intercessão. Aliás, como já frisamos, a intercessão não é um ministério específico; é uma obrigação de todo aquele que professa o nome de Cristo Jesus, o intercessor por excelência.

É uma recomendação bíblica. Explícita ou implicitamente, somos instados, do primeiro ao último livro das Sagradas Escrituras, a interceder. Como esquecer o exemplo de Abraão? Ou o sacrifício de Samuel? Ou a emocionada oração de Salomão no Templo Sagrado? E a agonia de Cristo no Getsêmani? A recomendação não deixa qualquer dúvida: “[...] orai uns pelos outros” (Tg 5.16; Cl 1.3; 4.3).

É uma demonstração do amor cristão. Não há maneira tão eficaz de se demonstrar o amor cristão quanto orar intercessoriamente. Experimente interceder! Mesmo esteja você enfrentando dores ou provações, interceda. No exato momento em que estiver orando pelos outros, alguém estará suplicando e chorando por você. O patriarca Jó livrou-se de seu cativeiro quando intercedia por seus amigos (Jó 42.7-12).

É um exercício de piedade. Muitos crentes esforçam-se por manter uma vida de intensa oração, mas não conseguem orar além de cinco ou dez minutos. Frustrados, põem-se a perguntar: “Como perseverar na oração?”. A resposta é simples: quando estiver orando, esqueça-se de si e ponha-se a suplicar por todos aqueles que se acham em provações. Eis o segredo de uma poderosa e constante vida de oração.

A Palavra de Deus, do Gênesis ao Apocalipse, nos exorta a intercedermos.

CONCLUSÃO

Chegou o momento de cultivar o ministério da intercessão. Oremos como Jeremias. Aos pés de Cristo, choremos lágrimas compassivas e misericordiosas. Assim não intercedeu o Senhor Jesus por todos nós? Choremos pelos que sofrem. Supliquemos pelos que perecem. Que as nossas orações tenham como fundamento o amor altruísta e desinteressado.

Lamentação e Confissão (14.11-22)

“Jeremias aqui deu vazão à sua tristeza a respeito do estado da nação. Mas, de alguma maneira, a angústia do profeta também é uma expressão da profunda tristeza de Deus. ‘Os meus olhos derramem lágrimas de noite e de dia [...] a virgem, filha do meu povo, está ferida [...] de chaga mui dolorosa’ (v.17). Ele então descreve os resultados da seca: guerra civil, saques e morte. Se alguém se arrisca ir ao campo, acaba vendo os mortos pela espada; no interior da cidade as pessoas estão debilitadas pela fome e doença. A todo instante os falsos profetas e sacerdotes trafegam em ‘pseudosantidade’ pela terra (veja v.18, NVI). Há maldade, frustração e morte por toda parte.

Talvez encorajado pela própria tristeza de Deus a intervir em favor da nação, o profeta irrompe em novas lamentações. Ele pergunta se a misericórdia e a cura ainda podem ser obtidas: ‘De todo rejeitaste tu a Judá?– (v.19). Com um clamor amargo, ele confessa a maldade dos pais (v.20), e então lembra a Deus do risco do seu próprio nome e lhe roga lembrar-se do seu concerto com a nação. Jeremias alegremente reconhece que o Senhor é o único Deus: ‘Haverá, porventura, entre as vaidades dos gentios, alguma que faça chover?’ (v.22). O profeta está convencido de que há esperança somente no Deus vivo. Ele declara sua intenção de esperar no Senhor até que sua petição seja atendida”.

(Comentário Bíblico Beacon. Vol. 4: Isaías a Daniel. RJ: CPAD, 2005, p. 299)

•   A devastação da seca (14.1-6) - “Uma seca amedrontadora deu ao profeta a oportunidade de ensinar algumas lições morais ao povo. A data da seca não pode ser fixada, mas os horrores dela são descritos em termos gráficos. Toda a terra chorava e o clamor de Jerusalém vai subindo (2). Andam de luto até ao chão também podem ser entendido como: ‘Seus habitantes se lamentam, prostrados no chão!’ (NVI). O rico e o pobre, homens e animais, sofrem porque não encontram água; os pequenos (servos) retornam com seus cântaros vazios (3). A terra se fendeu (‘rachou’, ASV), pois que não há chuva (4). As servas (corças) abandonaram suas crias recém-nascidas, porquanto não há erva (5). Os olhos vitrificados e o respirar ofegante dos animais selvagens revelam a terrível situação da terra. Jeremias evidentemente acredita que essa calamidade natural veio sobre o povo como resultado direto do seu pecado” (Comentário Bíblico Beacon. Vol. 4: Isaías a Daniel. RJ: CPAD, 2005, p. 298).

•   Apelos vazios (14.21) - “O povo de Judá fundamentava sua esperança de alívio em um apelo a Deus para que agisse. 1) por amor ao seu nome, 2) pelo seu templo, isto é, seu ‘trono glorioso’, e 3) por sua aliança. Por que a alegação era vazia? Porque a idolatria desenfreada de Israel levara o nome de Deus à lama. Seu templo fora maculado por aqueles que supunham poder pecar e continuar louvando ao Senhor, como se nada de errado estivesse ocorrendo. Ademais, sua aliança fora quebrada justamente por aqueles que agora fazem reivindicação. Vai chegar a hora em que somente o julgamento é capaz de preservar a honra de Deus” (RICHARDS, L. O. Guia do Leitor da Bíblia. 1.ed. RJ: CPAD, 2005, p.457).

Fonte: Lições Bíblicas, CPAD, 2º Trimestre de 2010, Título: Jeremias, esperança em tempos de crise

LIÇÕES BÍBLICAS CPAD — JOVENS E ADULTOS
Lição 7 — ARREPENDIMENTO, A BASE PARA O CONCERTO

A Lição Bíblica CPAD — Jovens e Adultos — do próximo domingo (13/11/2011) tem por título “Arrependimento, a base para o concerto”.

Os objetivos a serem alcançados com esta aula são:

* Saber que o arrependimento é condição para um genuíno mover de Deus.
* Conscientizar se que Deus se faz presente em todos os momentos.
* Confiar na grandeza da misericórdia divina.

Na lição de hoje, refletiremos sobre o avivamento que o povo israelita experimentou após a reconstrução de Jerusalém. Esse avivamento não se limitou aos cânticos e às celebrações. Mas gerou contrição, confissão de pecados e arrependimento. O Senhor deseja usar a Igreja, a fim de promover um grande despertamento espiritual sobre a nossa nação. Todavia, isso somente acontecerá quando o povo que se chama pelo nome do Senhor, “se humilhar e orar e se converter dos seus maus caminhos” (2 Cr 7.14).

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LIÇÕES BÍBLICAS CPAD — JOVENS E ADULTOS
Lição 5 — A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS
A Lição Bíblica CPAD — Jovens e Adultos — do próximo domingo (30/10/2011) tem por título “A conspiração dos inimigos contra Neemias”.
Os objetivos a serem alcançados com esta aula são:
  • Compreender que todo líder precisa de discernimento para não ser enganado pelo inimigo.
  • Descrever algumas das estratégias do inimigo para prejudicar Neemias.
  • Conscientizar-se de que apesar das muitas investidas do inimigo, Neemias foi um líder vitorioso.
Todo trabalho no Reino de Deus requer sacrifício, discernimento espiritual e muita perseverança. Haja vista a tarefa empreendida por Neemias em Jerusalém. Apesar da sanha dos adversários, os judeus levaram a obra do Senhor adiante. Em todo o tempo, vigiavam e oravam. Eles não se distraíam com a oposição, porque o trabalho que tinham de realizar era grande e árduo.
Sabendo que o Inimigo tudo fará para impedir o avanço da Obra de Deus, precisamos agir também com muito cuidado e prudência. Sem a santíssima fé, jamais completaremos a missão que nos entregou o Senhor, pois as ciladas do Diabo são astutas e cruéis.

LIDERANÇA EM TEMPOS DE CRISE

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LIÇÕES BÍBLICAS CPAD — JOVENS E ADULTOS
Lição 2 — LIDERANÇA EM TEMPOS DE CRISE

A Lição Bíblica CPAD — Jovens e Adultos — do próximo domingo (9/10/2011) tem por título “Liderança em tempos de crise”.

Os objetivos a serem alcançados com esta aula são:

* Descrever as principais características da liderança de Neemias.
* Compreender os aspectos gerais da liderança de Neemias.
* Saber que Neemias possuía um plano bem elaborado para reconstruir Jerusalém.

Nesta lição, estudaremos algumas características da liderança de Neemias. Abnegado e fiel servo de Deus, ele tornou-se um exemplo para a liderança da igreja atual. Neemias destacava-se por um elevado senso de organização, humildade e coragem. Era um líder completo.

Ao chegar a Jerusalém, ele procurou agir com muita prudência e cuidado. A ninguém revelou o que Deus lhe havia posto no coração (Ne 2.12,16). Em nenhum momento prevaleceu pelo fato de lá estar sob a autoridade do rei. Neemias sabia exatamente em quem confiar.

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QUANDO A CRISE MOSTRA A SUA FACE

Postado por sergiochristino em Estudos Bíblicos


LIÇÕES BÍBLICAS CPAD — JOVENS E ADULTOS
Lição 1 — QUANDO A CRISE MOSTRA A SUA FACE

A Lição Bíblica CPAD — Jovens e Adultos — do próximo domingo (02/10/2011) tem por título “Quando a crise mostra a sua face”.

Os objetivos a serem alcançados com esta aula são:

Reconhecer que em tempos de crises Deus dá o escape.
Compreender a chamada de Neemias.
Saber que devemos orar em tempos de crise.

Ao longo deste trimestre, estudaremos a vida, a obra e o ministério de Neemias. Veremos como se deu a reconstrução dos muros de Jerusalém por Israel e como este, ao se voltar à Palavra de Deus, teve a sua fé renovada.
Nesta lição, em particular, destacaremos os aspectos biográficos de Neemias. Estudaremos também a crise que o levou a interceder diante de Deus por seu povo e a agir, ousada e sabiamente, a fim de restaurá-lo espiritual e moralmente.

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A plenitude do Reino de Deus

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LIÇÕES BÍBLICAS CPAD — JOVENS E ADULTOS

Lição 13 — A PLENITUDE DO REINO DE DEUS

A Lição Bíblica CPAD — Jovens e Adultos — do próximo domingo 25/09/2011 tem por título “A plenitude do Reino de Deus”.

Os objetivos a serem alcançados com esta aula são:

* Compreender que a plenitude do Reino é a nossa bendita esperança.

* Saber que o Reino de Deus é uma sublime realidade.

* Conscientizar-se de que a efetivação do Reino se dará com a segunda vinda de Cristo.

Nesta última lição, estudaremos a esperança, a realidade e a manifestação final do Reino de Deus. O seu pleno estabelecimento é a esperança que move a Igreja de Cristo. Em sua propagação universal, muitos santos deram sua vida, mas não tiveram o privilégio de vê-lo estabelecido em sua plenitude. No entanto, aguardam eles a bendita esperança de um dia não somente contemplá-lo, mas também de nele entrar.

Durante o estudo deste trimestre apresentamos o propósito de Deus para com a Igreja. Agora, portanto, com o olhar voltado para o porvir, vivamos como autênticos representantes do Reino de Deus na terra.

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“Porque todas quantas promessas há de Deus são nele sim; e por ele o Amém, para glória de Deus, por nós” (2 Co 1.20).

CONHECENDO O AUTOR DAS PROMESSAS

As promessas não são frutos da vontade humana. Os filhos de Israel, durante a travessia do deserto, endureceram o coração contra Deus, sofrendo duras conseqüências. Dos que deixaram o Egito, apenas Josué e Calebe entraram na Terra Prometida (Dt 1.35-38). Os 400 anos de escravidão no Egito, talvez tenha feito com que os israelitas perdessem a noção bíblica do Deus único e invisível, Criador do universo. No Sinai, ao perceberem a demora de Moisés no cume do monte, construíram um bezerro de ouro semelhante aos deuses egípcios para adorá-lo (Êx 32.1-6). Os israelitas apegaram-se tanto à idolatria pagã que pareciam não conhecer o verdadeiro Deus, não compreender a sua natureza e nem ter alcançado o significado de suas promessas. O primeiro passo para alcançar as promessas de Deus é conhecê-Lo, entender o seu caráter e compreender que Ele é o autor das promessas (At 13.32; Tt 1.1,2; Hb 10.23).

As promessas conduzem ao propósito de Deus. Quando conhecemos verdadeiramente a Deus, descobrimos que suas promessas conduzem à realização do seu propósito. Deus falou a Abraão que sua descendência ficaria escrava por 400 anos em terra estranha, onde se encheria de bens, para só então tomar posse da terra, Gn 15.13-16. Esse seria um tempo em que o povo de Israel estaria sendo preparado para, no tempo de Deus, assumir-se como nação perante os povos. Deus tinha propósitos em suas promessas para com a descendência de Abraão e as cumpriu quando libertou Israel do Egito (Lv 11.45; 23.42-44; Dt 9.25,26).

Apossar-se das promessas de Deus significa ter a certeza de que tudo quanto nos prometeu, em sua Palavra, há de realizar desde que permaneçamos fiéis ao seu chamado (Tg 1.2; Fp 1.6).

COMPREENDENDO A NATUREZA DAS PROMESSAS

As promessas mostram a fidelidade de Deus. As promessas de Deus em nossa vida são testemunhos inegáveis da fidelidade de Deus. Israel, no deserto, foi um povo de dura cerviz, rebelde e obstinado em seus atos contra o Todo-Poderoso (Nm 3.4). Os desobedientes tombaram no meio do caminho; não entraram no repouso (v.7), mas Deus manteve-se fiel ao que prometera ao obediente Abraão (v.17) e Israel continuou a existir como nação.

A fidelidade é parte intrínseca da natureza das promessas de Deus. Elas jamais falham. Tenhamos absoluta certeza de que o Senhor jamais se esquecerá de nós e cumprirá tudo aquilo que prometeu.

As promessas trazem descanso ao crente. A posse das promessas de Deus resultará em descanso para os que crêem. A entrada no repouso eterno indica a posse da vida eterna, e sugere também o descanso ainda nesta vida. A travessia de Israel pelo deserto teria sido mais curta se a incredulidade não predominasse no meio do povo. Todos enfrentam desertos, uns mais demorados, outros mais curtos, todavia nossa presença ali será menos ou mais prolongada, na medida em que soubermos fixar os olhos firmemente nas promessas de Deus e descansar nos braços daquEle que as prometeu (At 3.19; Hb 4.1-11).

RETENDO A CONFIANÇA NAS PROMESSAS

Afastando a dureza de coração. Precisamos reter a confiança no que Deus prometeu. A dureza de coração fez os israelitas rebeldes tombarem no deserto (vv.8-10). Dureza de coração significa coração obstinado, resistente, arrogante e soberbo, que não se dobra diante da verdade (Mc 3.5; Hb 3.13). A dureza de coração é a porta de entrada para outros pecados e a perda das promessas de Deus. Cumpre-nos pedir ao Espírito Santo que quebrante os nossos corações para que a nossa fé permaneça firme e possamos entrar no descanso de Deus (Sl 34.18; 51.17).

Não dando lugar à desobediência. A dureza de coração leva à desobediência. O texto fala que os filhos de Israel provocaram a Deus (v.16). Provocar significar insultar, irritar, desafiar ou impor-se com atitude rebelde. A rebelião é como o pecado de feitiçaria, diz a Bíblia (1 Sm 15.23). Cometer esse pecado é trilhar o caminho do Inimigo e acabar distante de Deus (Jd v.11). O Senhor jurou que os desobedientes não entrariam no seu repouso (v.18). Não podemos dar lugar à desobediência sob pena de não retermos a confiança nas promessas de Deus.

Repreendendo a incredulidade. A incredulidade foi outro obstáculo à entrada dos filhos rebeldes de Israel na Terra Prometida (v.19). Não há como seguir adiante, se não cremos. Não é possível alcançar as promessas de Deus, se a incredulidade predomina em nossa vida (Hb 11.1,6). Não poderemos vislumbrar nenhum tesouro espiritual, se a fé não estiver ativa em nossos corações. Devemos afastar toda incredulidade pelo poder do Espírito Santo, para que experimentemos, aqui e agora, as ricas e preciosas promessas de Deus.

Deus é fiel e “vela pela sua palavra para que se cumpra” (Jr 1.12). Suas promessas são inúmeras e estão registradas nas Escrituras. A maior de todas é a da vida eterna e da volta de seu Filho nas nuvens para arrebatar a sua Igreja. Nada se compara ao fato de que um dia iremos passar a eternidade ao lado do Cordeiro de Deus. Sejamos pois firmes nas promessas do Altíssimo!

Revista Lições Bíblicas CPAD, 4º Trimestre de 2007, Título: As promessas de Deus para a sua vida

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